Quarta Ordem da Ajuda

Atualizado: 3 de Dez de 2018




Hoje vamos falar sobre a quarta ordem da ajuda. Agora sob a influência da psicoterapia clássica, muitos ajudantes frequentemente encaram seu cliente como um indivíduo isolado. Com isso, também ficam facilmente em perigo de uma transferência da relação entre pais e filhos.


O indivíduo é parte de uma família. Somente quando o ajudante se coloca como parte da família é que ele percebe de quem o cliente precisa e a quem ele talvez deva algo. Logo que o ajudante o vê junto com seus pais e ancestrais, e talvez também com o seu parceiro e seus filhos, ele o percebe realmente. Percebe também quem nessa família precisa, em particular, de seu respeito e ajuda e a quem o cliente precisa se dirigir para reconhecer os passos decisivos e caminhar.

Isto significa que a empatia do ajudante deve ser menos pessoal, mas sobretudo sistêmica. Ele não se envolve num relacionamento pessoal com o cliente. Esta é a quarta ordem da ajuda. A desordem da ajuda seria, aqui, se outras pessoas essenciais não fossem olhadas e honradas. A elas pertencem sobretudo as pessoas que foram excluídas da família. Por exemplo, porque os outros se envergonharam dele .

Também aqui o grande perigo é que essa empatia sistêmica seja sentida como dura pelo cliente, principalmente por aqueles que fazem reivindicações infantis ao ajudante. Pelo contrário, aquele que procura uma solução, de maneira adulta, sente o procedimento sistêmico como uma libertação e uma fonte de força para a vida e para o sim.

Eurico Aparecido Rodrigues

Constelador

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